Quais são os principais setores de sucesso em Portugal em 2025? Segundo o relatório REDUNIQ Insights, o retalho alimentar, a saúde e a restauração lideram o crescimento. Com as novas tendências tecnológicas, o futuro aponta para uma digitalização total da experiência de compra.
O sucesso de um negócio pode medir-se recorrendo a vários parâmetros, mas, no final do dia, o volume de faturação, o número de clientes e, sobretudo, a qualidade da experiência do consumidor são aqueles que servirão de bitola para definir o quão bem-sucedida é uma empresa.
Com base nestes fatores, importa então perguntar: quais serão os setores de sucesso em Portugal em 2025 e quais são as tendências de mercado para o novo ano que podem ajudar os novos empreendedores a prosperar? Estas são as questões a que tentaremos dar resposta ao longo das próximas linhas.
Os setores que mais estão a crescer em Portugal em 2025 e as tendências para 2026
De acordo com os mais recentes relatórios REDUNIQ Insights relativos ao mês de outubro 2025, período da Black Friday (28Nov a 01Dez) e do Natal (01-31Dez), o setor que mais tem crescido em Portugal é o do retalho alimentar.

Dados do relatório REDUNIQ Insights de outubro 2025, mostram que em termos homólogos, a faturação deste setor cresceu 24,8% face a outubro de 2024, graças, em grande medida, a um aumento significativo do número de clientes (+6,5%), nomeadamente aqueles que pagaram as suas compras com cartões de débito e crédito nacionais (+8%).
No segundo lugar deste ranking, encontramos o setor da saúde (+13,4% face a outubro de 2024), fruto de uma maior preocupação dos cidadãos com o seu bem-estar físico e psicológico, que procuram cuidados de saúde com mais regularidade, especialmente em entidades privadas.
Muito próximo da saúde, seguem as gasolineiras, com um crescimento homólogo de 13%, farmácias com +9,4%, os hiper e supermercados e as papelarias com +7,3% e a restauração com +6%, este último um setor que, recorde-se, depois de muitas dificuldades sentidas durante a pandemia, reergueu-se com a ajuda do restabelecimento da confiança dos consumidores e do crescimento do turismo.
A respeito da confiança dos consumidores, é de registar que o ticket médio, com algumas variações ao longo do ano, cifra-se, neste momento, em 31 €.
Os acessórios auto (+5,2%), os cabeleireiros (+4,5%) e as perfumarias (+2,4%) acabaram por ser os três últimos setores a registarem um aumento do volume da sua faturação homóloga.
Black Friday e Natal: quando o consumo acelera e confirma as tendências
Os períodos de Black Friday, Cyber Monday e Natal/Passagem de Ano vieram reforçar, e em alguns casos amplificar, as tendências já observadas no relatório de outubro.
Durante o Black Weekend e Cyber Monday, a faturação total cresceu 9,53% face a 2024, com um aumento de 6,37% no número de transações. Setores como o retalho alimentar (+23,25%), a restauração (+12,94%), os hiper e supermercados (+12,73%) e a moda (+25,48%) destacaram-se como motores claros do consumo sazonal, confirmando a sua relevância estrutural no tecido económico nacional.
Registou-se também um crescimento expressivo nos casinos e salas de jogo, impulsionado sobretudo pela maior afluência em períodos de lazer prolongado e pela maior propensão ao consumo experimental durante datas promocionais.

O comportamento do consumidor acompanhou esta dinâmica: o ticket médio atingiu os 37,67 €, registando uma variação homóloga de 12,16%, sinal claro de maior propensão para o consumo em períodos promocionais.
Já no período de Natal e Ano Novo (1 a 31 de dezembro de 2025), a faturação global voltou a crescer (+3,21%), com picos particularmente relevantes nos dias 22 a 24 de dezembro e no dia 31, em que se registaram aumentos de faturação superiores a 8% face ao ano anterior.
Neste contexto, e excluindo os casinos e salas de jogo, destacaram-se sobretudo a veterinária (+21,70%), as lavandarias (+17,83%) e o retalho alimentar tradicional (+17,20%), setores fortemente ligados às rotinas familiares, à conveniência e às necessidades do período festivo.

Em conjunto, estes dados mostram que os grandes momentos de consumo não só potenciam o volume de faturação, como validam a resiliência e o potencial de crescimento dos setores que lideram o ano, funcionando como um verdadeiro barómetro do sucesso empresarial em Portugal.
E para 2026, o que podemos esperar?
Tendências de mercado para 2026
Segundo as estimativas do Banco de Portugal, espera-se um crescimento de 2,1% da economia portuguesa em 2026, acompanhado de aumento do emprego e da procura externa, o que poderá significar um volume de faturação mais elevado para os negócios portugueses.
Setores como o retalho alimentar e a restauração acabarão por ser dois dos setores mais beneficiados, dado dependerem, em larga medida, do poder de compra dos consumidores.
Além destes dois negócios rentáveis, o novo ano ficará marcado por uma mais acentuada penetração da inteligência artificial (IA) na gestão e na experiência de compra no ponto de venda com a tokenização dos pagamentos (já aprofundados no nosso artigo ‘7 inovações tecnológicas para 2026: dos pagamentos à segurança online‘), no surgimento da conectividade 6G e em jornadas de compra imersivas com recurso à realidade aumentada (RA), à realidade virtual (RV) e ao Metaverso.
Fatores que influenciam o sucesso empresarial
Existe a tendência para analisar o sucesso empresarial pelo lucro gerado ou pelo volume de vendas obtido, mas do que raramente se fala são os fatores que permitem que um negócio persevere num mundo tão competitivo como o atual.
Entre esses fatores, encontramos:
- Serviço de apoio ao cliente;
- Inovação empresarial e tecnológica;
- Rápida adaptação a mudanças nos hábitos de consumo e pagamento dos consumidores;
- Gestão financeira equilibrada;
- Avaliação periódica de desempenho e ajustes cirúrgicos à estratégia.
O papel da tecnologia e dos pagamentos digitais na evolução dos negócios
Tal como sublinhámos no ponto anterior, a tecnologia tem um papel central na capacidade de um negócio conseguir alcançar o sucesso, especialmente num momento em que a IA, a Big Data e a automação têm contribuído para mudanças profundas na forma como se produz e se compra e vende.
Além de melhorar a produtividade dos funcionários, estas três tecnologias no ramo do comércio e serviços contribuem para aumentar a eficiência das operações e para a criação de valor para o cliente através do desenho de uma experiência de compra personalizada, intuitiva e sem atrito que resulte em mais vendas e num aumento do ticket médio.
É inevitável cruzar estas tecnologias com a digitalização dos pagamentos; afinal de contas, estes são cruciais na oferta de um checkout simples e rápido.
Depois de uma análise atenta das tendências do mercado e dos hábitos de pagamento dos consumidores portugueses, percebe-se, por exemplo, que o contactless e as transações digitais através do smartphone (MB WAY, carteiras digitais, etc.) ganharam terreno em relação aos pagamentos com notas e moedas.
Satisfazer estes hábitos do cliente acabará por resultar, então, num checkout “limpo”, ou seja, num final de compra adaptado às necessidades do consumidor, que, encontrando maior conveniência, não só terá tendência a voltar a comprar na loja, como também gastará mais em cada compra.
A REDUNIQ e o apoio às empresas portuguesas na era digital
Contudo, para que a digitalização dos negócios portugueses no campo dos pagamentos possa culminar num maior volume de faturação que ajude a desbravar o caminho para o sucesso, torna-se necessário dispor de equipamentos tecnologicamente preparados para acolherem estes novos meios de pagamento.
É aqui que entram a REDUNIQ e o seu papel ímpar no apoio às empresas portuguesas, para que estas se adaptem o mais rapidamente possível a este novo paradigma digital.
A forma como o fazem é, acima de tudo, simples, competitiva, inovadora e adaptada à dimensão das PMEs portuguesas, senão vejamos como a junção entre TPAs digitais e soluções de pagamento à distância REDUNIQ está a moldar o futuro do retalho português.
TPAs digitais
Receber pagamentos em loja física nunca foi tão simples como hoje, graças, por exemplo, ao TPA Gratuito com mensalidade Easy, que, além de ser móvel e permitir transações contactless com cartões, MB WAY e carteiras digitais, não tem custos de adesão ou período de fidelização, sendo que a sua mensalidade varia de acordo com o volume de faturação.
Os negócios em fase de expansão não são tão-pouco esquecidos.
Terminais como o TPA Smart ou a solução Soft da REDUNIQ vieram permitir que os negócios portugueses passassem a oferecer aos seus clientes a oportunidade de pagarem com cartões contactless, MB WAY, códigos QR e carteiras digitais, como a Apple Pay ou o Google Pay.
Para além disto, estes terminais facilitam e digitalizam a gestão do negócio e, no caso específico do TPA Android Smart, disponibilizam apps integradas no próprio TPA, que, por exemplo, permitem que um turista brasileiro pague na sua moeda de origem, como o caso do PIX, ou que um cliente regular pague as suas compras entre 2 e 6 prestações sem juros, através da solução Parcela Já com UNICRE.
Pagamentos à distância
Num momento em que a digitalização da economia tem aberto oportunidades de investimento no omnicanal, a REDUNIQ facilita a vida dos negócios físicos que também operam no mercado online com o Pay by Link, uma solução de pagamentos à distância simples, segura e sem necessidade de integração que permite que uma loja física venda nas redes sociais ou em marketplaces e receba pagamentos em qualquer lugar e a qualquer altura do dia.
No momento da venda, online ou presencial, basta que o negócio gere um link através da plataforma REDUNIQ com o montante da fatura e o envie ao seu cliente por e-mail, SMS ou WhatsApp.
Quando receber o link, o cliente poderá efetuar o pagamento com cartões de crédito e débito (Visa, Mastercard), Apple Pay, Google Pay, MB WAY, Referência MB, PIX e Parcela Já com UNICRE.
Para terminar
Identificar os setores mais promissores e acompanhar as tendências tecnológicas é fundamental para alcançar o sucesso empresarial.
Com soluções como as da REDUNIQ, as empresas portuguesas estão mais preparadas do que nunca para responderem aos novos hábitos dos consumidores e crescerem num mercado cada vez mais digital.