Como a nova vaga de fraudes digitais está a impactar os negócios em Portugal e como proteger os pagamentos da sua empresa

Como a fraude nos pagamentos digitais das empresas em Portugal está a evoluir e como proteger o seu negócio com soluções seguras.
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A fraude nos pagamentos digitais das empresas está a crescer em Portugal, impulsionada por táticas de phishing, burlas por MB WAY e chargebacks. Descubra quais são os pontos críticos das operações e como reforçar a segurança com autenticação forte, monitorização contínua e soluções especializadas.

A fraude nos pagamentos digitais das empresas tem registado uma evolução significativa em Portugal, acompanhando o crescimento da digitalização e da adoção de novos meios de pagamento.

O impacto vai muito além da perda financeira imediata: afeta a reputação, a confiança dos clientes e a estabilidade operacional.

Neste contexto, a REDUNIQ reforça o seu compromisso com soluções de pagamento para o seu negócio que asseguram pagamentos seguros em Portugal, apoiando empresas de todas as dimensões na mitigação de risco e na proteção das suas transações.

De seguida, analisamos as principais tipologias de fraude que estão a crescer no mercado nacional, identificamos os pontos críticos da operação e apresentamos medidas concretas para reforçar a proteção dos pagamentos da sua empresa.

As fraudes digitais que mais estão a crescer em Portugal em 2026

Como a nova vaga de fraudes digitais está a impactar os negócios em Portugal

O panorama nacional evidencia uma sofisticação crescente das técnicas empregadas por agentes maliciosos.

Entre os fenómenos mais relevantes, destacam-se os seguintes:

1. Fraude por MB WAY

A fraude por MB WAY continua a ser uma das tipologias mais reportadas. Os esquemas recorrem frequentemente à engenharia social para induzir comerciantes ou consumidores a autorizarem operações indevidas.

Em muitos casos, a fraude não decorre de falhas tecnológicas, mas sim da manipulação psicológica das vítimas.

2. Ataques de phishing

Os ataques de phishing nas empresas são um dos principais vetores de entrada para incidentes de fraude.

Comunicações fraudulentas, aparentemente legítimas, visam a obtenção de dados de acesso a sistemas internos, plataformas de pagamento ou dados bancários.

3. Fraude no e-commerce

A fraude no e-commerce em Portugal está associada sobretudo à utilização de cartões comprometidos, às disputas de pagamento e aos chargebacks por fraude.

Além da perda do valor da transação, os comerciantes suportam frequentemente custos administrativos e penalizações associados à taxa de chargebacks.

Porque é que os negócios estão mais vulneráveis do que nunca?

Existem vários fatores que explicam o aumento da exposição ao risco:

  1. Aceleração da digitalização: a expansão dos canais digitais multiplicou os pontos de contacto e, consequentemente, as superfícies de ataque;
  2. Diversificação dos métodos de pagamento: a integração de múltiplos meios de pagamento exige maior controlo e monitorização;
  3. Sofisticação das técnicas criminosas: a utilização de dados obtidos em fugas de informação e a automação de ataques aumentam a eficácia dos esquemas fraudulentos;
  4. Recursos limitados nas pequenas e médias empresas (PME): muitas não dispõem de equipas dedicadas à cibersegurança, o que reforça a necessidade de segurança nos pagamentos para PME através de parceiros especializados.

A combinação destes fatores cria um contexto em que a prevenção deve ser estratégica e contínua.

Pagamentos: os pontos mais críticos da operação

A gestão do risco exige a identificação das etapas mais sensíveis da operação.

1. Processo de checkout

O momento da autorização do pagamento é particularmente crítico. A ausência de mecanismos robustos de autenticação pode facilitar transações não autorizadas, sobretudo em ambientes digitais.

2. Gestão de dados sensíveis

O armazenamento e a transmissão de dados dos cartões devem cumprir normas rigorosas de segurança e encriptação. A exposição indevida destes dados é uma das principais causas de fraude.

3. Operações em loja física

A prevenção de fraude nas lojas físicas envolve o uso de terminais certificados, atualizados e configurados de acordo com as melhores práticas. Neste contexto, os pagamentos contactless, quando apoiados por tecnologia segura e protocolos adequados, contribuem para a redução de riscos.

4. Disputas e chargebacks

Os chargebacks por fraude representam não só perda financeira direta, mas também impacto nos indicadores de risco do comerciante junto das redes de pagamento.

Uma gestão preventiva e estruturada é fundamental para minimizar este tipo de ocorrência.

Como proteger as lojas físicas e online de forma prática

A mitigação do risco de fraude deve assentar em três pilares: tecnologia, processos e formação.

1. Adoção de soluções antifraude para negócios

A implementação de soluções antifraude para negócios, com monitorização contínua, análise comportamental e alertas em tempo real, permite identificar padrões suspeitos antes da conclusão da transação.

2. Integração de métodos de pagamento seguros

A escolha de métodos de pagamento seguros, com autenticação forte do cliente e mecanismos de tokenização, reduz significativamente o risco de uso indevido de dados sensíveis.

3. Formação e sensibilização interna

A prevenção começa nas pessoas. A capacitação das equipas para identificarem sinais de fraude, tentativas de phishing e comportamentos anómalos é determinante para evitar incidentes.

4. Políticas claras de controlo e verificação

Procedimentos internos estruturados para validação de transações de valor elevado ou comportamentos fora do padrão habitual ajudam a mitigar riscos operacionais.

O papel do parceiro de pagamentos na prevenção de fraude

Num contexto cada vez mais exigente, o parceiro de pagamentos desempenha um papel estratégico na proteção do negócio.

Além de disponibilizar infraestrutura tecnológica robusta, um parceiro especializado deve:

  • Garantir conformidade com os requisitos e normas internacionais de segurança;
  • Disponibilizar sistemas de monitorização e deteção de fraude;
  • Apoiar na gestão de incidentes e disputas;
  • Assegurar atualizações contínuas face à evolução das ameaças.

A REDUNIQ integra estes princípios na sua abordagem de segurança, suportando as suas soluções numa infraestrutura tecnológica certificada e alinhada com os mais exigentes padrões internacionais, como o PCI DSS.

As suas soluções de pagamento incorporam mecanismos de encriptação avançada, tokenização e autenticação forte do cliente (SCA), assegurando conformidade com a PSD2 e reduzindo o risco de utilização indevida de dados.

A monitorização contínua de transações, aliada a sistemas de prevenção de fraude e a processos de gestão de risco, permite identificar padrões suspeitos e reforçar a proteção tanto no e-commerce como em ambientes presenciais.

Nos canais físicos, os terminais de pagamento (TPAs) cumprem os requisitos das redes internacionais e das tecnologias EMV e contactless; nos canais digitais, as soluções integram autenticação reforçada e mecanismos antifraude.

Fraude nos pagamentos digitais – considerações finais

A nova vaga de fraudes digitais reforça a necessidade de uma abordagem preventiva, estruturada e tecnicamente robusta. A fraude nos pagamentos digitais das empresas não pode ser encarada como um risco residual, mas sim como um fator estratégico que exige atenção contínua.

Ao investirem em tecnologia adequada, formação interna e numa parceria sólida com um operador de pagamentos experiente, como a REDUNIQ, as empresas reforçam a sua resiliência, protegem os seus clientes e asseguram a continuidade do negócio num ecossistema digital cada vez mais exigente.

Perguntas Frequentes (FAQs)

Quais são as fraudes digitais que mais afetam as empresas em Portugal?

Entre as mais relevantes, estão a fraude por MB WAY, os ataques de phishing e a fraude no e-commerce, frequentemente associada a cartões comprometidos e chargebacks. Estas tipologias têm vindo a crescer com a digitalização dos negócios.

Porque é que as PME estão mais expostas à fraude nos pagamentos digitais?

Muitas pequenas e médias empresas não dispõem de equipas dedicadas à cibersegurança nem de sistemas avançados de monitorização. A diversificação dos métodos de pagamento e o aumento das transações digitais ampliam a superfície de ataque, exigindo maior controlo.

O que é a autenticação forte do cliente (SCA) e porque é que é importante?

A autenticação forte do cliente é um requisito da PSD2 que exige a validação da identidade do pagador através de dois ou mais fatores independentes (por exemplo, palavra-passe e código temporário). Reduz significativamente o risco de transações não autorizadas.

Como podem as empresas reduzir o risco de chargebacks por fraude?

A adoção de métodos de pagamento seguros, a monitorização de transações em tempo real e a implementação de políticas internas de verificação ajudam a reduzir a probabilidade de disputas e perdas financeiras.

Qual é o papel de um parceiro de pagamentos na prevenção de fraude?

Um parceiro especializado assegura conformidade com normas internacionais, integra mecanismos de encriptação e tokenização, disponibiliza sistemas de deteção de fraude e apoia na gestão de incidentes, contribuindo para pagamentos seguros e maior estabilidade operacional.

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